Valentina já apresenta sete lindos dentinhos e com isso, Elton e eu, iniciamos o processo de higiene bucal para ela ir familiarizando-se e não termos maiores problemas mais na frente. Compramos uma escova para ela (apropriada para a idade, de cerdas macias e ponta arredondada) e um creme dental sem flúor. O processo consiste em três escovações diárias: ao acordar, após o almoço e depois do último leitinho, antes de dormir. Colocamos uma mínima quantidade do creme (tamanho de um caroço de arroz) e eu faço a esfregação. Ela adora, rir, já abre o bocão. E é dessa forma, divertindo-se, que a gente cuida da saúde e o momento em família.
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terça-feira, 1 de maio de 2012
domingo, 1 de janeiro de 2012
Bebê dodói no primeiro dia do ano
O primeiro dentinho da Valentina está nascendo. E com ele, vindo uma série de incômodos. O principal deles é o nariz escorrendo, sem nenhum sintoma de gripe ou resfriado. Continua comendo bem, rindo de tudo, curtindo a Galinha Pintadinha, mas o nariz não pára de escorrer. Elton acha que pode ser do dente, que está apontando. Pesquisando na internet vi que pode ter alguma relação sim. A secreção é bem ralinha, quase que uma "aguinha" mesmo. Estou fazendo inalação com soro fisiológico, pra aliviar. Espero que isso passe logo.
domingo, 9 de outubro de 2011
Primeira febre
Hoje o coração tá apertadinho. Valentina teve sua primeira febre. Ela, que é uma menina super saudável, nunca teve nem reação as vacinas, amanheceu quentinha, com quase 38º, devido ao nascimento do primeiro dente. Ele ainda nem saiu, mas já vem causando seus estragos. Controlamos com Tylenol e depois um bom banho. E pronto, sorriso banguela de volta!!
domingo, 11 de setembro de 2011
Congelar papinha para um hábito saudável
Aqui em casa somos apenas três: Valentina, Elton e eu. Por alguns anos vivemos, enquanto casal, numa rotina acelerada, que não incluía tempo para as pequenas atividades domésticas. Então nos acostumamos a comer sempre fora, em restaurantes, lanchonetes, no quiosque da esquina. Enfim, um hábito nada saudável e que fez com que cada um de nós engordasse cerca de 20kg (isso mesmo!!!).
Com a chegada da Valentina, continuamos com o mesmo hábito, mas logo quando ela foi liberada pela pediatra para consumir papinhas doces e salgadas, começou minha preocupação e entendemos que para ela ter uma alimentação saudável e equilibrada, nós deveríamos mudar nossos próprios hábitos alimentares. Assim o fizemos, mas continuamos comendo fora, apenas agora incluindo saladas e (tentando) retirar os inúmeros sanduíches, pizzas, salgadinhos e refrigerantes (o que é muito difícil, já que trabalhamos em eventos e SEMPRE somos convidados a "beliscar" uma besteirinha)...
E assim me vi na interessante tarefa de fazer suas papinhas salgadas, sempre com alimentos frescos e combinações interessantes. Eu adoro cozinhar, não faço por falta de tempo e economicamente, pra gente sempre saiu mais em conta comer fora do que fazer aquela mega feira do mês. Me realizei quando Valentina chegou, mas encontramos alguns problemas. Um deles refere-se a quantidade de comida. Como não cozinho em casa, tenho que comprar só o necessário para as papinhas da semana. Infelizmente não dá pra mudar o sabor todo dia, pois uma criança de cinco meses não come muito e na maioria das vezes, a papinha que é feita dá para 3 ou 4 porções. O que fazer com o resto? A resposta correta é: congelar!
Resolvi, baseado nisso, montar um cardápio que pretendo seguir e com isso ter mais controle na hora do comprar. Muitas vezes vou comprando aleatoriamente e muita comida se estraga. Iniciei algumas pesquisas sobre congelamento e com isso nos manteremos neste 6º mês da Valentina.
Uma boa dica é o processo de congelamento. É possível cozinhar cerca de 3 porções de uma só vez. Minha idéia inicial era me organizar uma vez por semana (no caso, a segunda, que é a minha folga!) para cozinhar as papinhas salgadas. Mas acabei optando por cozinhar duas vezes na semana, gerando mais frescor aos alimentos.
Para congelar, tentei os potinhos de vidro, mas acabei optando por potinhos de plástico, mas na hora de descongelar, era uma trabalheira. Cedinho tirava do freezer e colocava na geladeira, onde por volta de 11h30, eu desenformava em banho maria. Cansei! Até que descobri na internet a possibilidade de congelar as papinhas em formas de gelo de silicone. Uma mão na roda! Vou amanhã testar essa engenhoca, calculando quantos cubos serão necessários por refeição. Tem modelos mais modernos como esse da foto abaixo, com 7 divisórias, uma para cada dia da semana, e já com tampa. Se alguém souber onde vende, me manda a dica, por favor!
Algumas boas dicas sobre o processo de congelamento e descongelamento:
| Embalagens: | |
| Os alimentos devem ser sempre embalados para que não fiquem em contato direto com o ar frio e seco do freezer, que os deixará desidratados e assim impróprios para o uso. | |
| Para embalar os alimentos você pode usar: papel alumínio, papel toalha, travessas descartáveis de alumínio, sacos plásticos brancos e transparentes atóxicos, filme de PVC auto-aderente, recipientes rígidos de plástico, travessas de louça refratária, potes de vidro e fôrmas de gelo. | |
| Para melhor controle do tempo de estocagem e identificação dos alimentos armazenados no seu freezer, cada embalagem deverá ter uma etiqueta. Mencione nela o tipo de alimento, o dia, mês e ano de congelamento. Anote também como o alimento se encontra (ao natural, semi-pronto, pronto) e se há necessidade de acrescentar ainda algum outro ingrediente, como temperos, creme de leite etc., para finalizar o preparo do prato. | |
| A bombinha de vácuo para congelamento serve para extrair o ar de dentro do saquinho plástico utilizado para embalar os alimentos que vão ao freezer, evitando a formação de cristais de gelo, que podem até estragar os alimentos. Funciona assim: coloque o caninho da bomba dentro da boca do saco plástico e segure firme, fechando o saco. Em seguida, pressione a bomba para cima e para baixo, retirando todo o ar de dentro da embalagem. | |
| Congelamento: | |
| Ao armazenar seus alimentos no freezer, deixe espaços de 1 a 2 cm entre os volumes, para que o ar frio possa circular livremente. | |
| O alimento congelará mais rápido se colocado junto às paredes ou placas onde se forma o gelo. | |
| Não existem compartimentos especiais para congelar cada alimento, pois o freezer todo tem a mesma temperatura. | |
| Para congelar alimentos individualmente use o método do congelamento em aberto. Distribua as unidades em bandejas e leve diretamente ao freezer até que endureçam. Depois, retire, embale, elimine o ar, etiquete e leve de volta ao freezer. | |
| As refeições do dia-a-dia devem ser congeladas, sempre depois de frias, em pequenas porções para facilitar o descongelamento. | |
| Alguns alimentos, devido à sua composição, não congelam de maneira satisfatória. São eles: frutas, verduras e legumes para serem consumidos ao natural, cremes a base de amido de milho, gelatinas puras, maioneses, ovos com casca, queijos com baixo teor de gordura, claras em neve ou cozidas. Confira caso a caso na tabela. | |
| O prazo que cada alimento pode ficar congelado está diretamente relacionado à qualidade do mesmo, à sua correta embalagem e ao funcionamento constante do freezer. Verifique nas tabelas o prazo recomendado para cada tipo de alimento. | |
| Não use água para apressar o descongelamento. A utilização de água diretamente sobre os alimentos é prejudicial, pois além de retirar os nutrientes essenciais, ela causa sensíveis danos e altera o sabor dos alimentos. | |
| Descongelamento: | |
| Alguns pratos prontos e os vegetais congelados em geral podem ser diretamente levados ao fogo ou ao forno, sem maiores preocupações (sempre fogo brando e forno pré-aquecido). | |
| O descongelamento em temperatura ambiente é indicado para pães, bolos e docinhos, sempre embalados. | |
| Carnes cruas, laticínios e pratos prontos que levarem molhos cremosos, devem ser descongelados na geladeira para voltarem ao seu estado natural sem perda de nutrientes ou de textura. | |
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Papinhas industrializadas: pós e contras
1. Qual a melhor maneira de aquecer essas papinhas? Em banho-maria ou no micro-ondas? Se a criança não comeu tudo, posso guardar na geladeira para consumo posterior? Tanto faz. A papinha pode ser aquecida no micro-ondas ou em banho-maria, conforme for mais prático para você. Depois de abrir o potinho e armazenar no refrigerador, o consumo deve ocorrer no prazo de 24 horas.
3. As vitaminas e/ou minerais se perdem com o processamento industrial? Quando ofereço esses preparos prontos ao meu filho, estou dando um alimento menos nutritivo? Pelo contrário, o processamento industrial ajuda a conservar os nutrientes das papinhas devido à esterilização em alta temperatura e ao fechamento a vácuo. No entanto, é importante saber que a biodisponibilidade das vitaminas e dos minerais de um alimento in natura é sempre melhor. Em outras palavras, as substâncias do bem são mais bem aproveitadas pelo organismo. Portanto, sempre que tiver um tempinho, prepare a refeição do seu pequeno em casa.
4. Quando a papinha industrial é vantajosa? A papinha industrial é vantajosa pela praticidade e rapidez. É bom recorrer a ela somente quando não houver tempo para preparar a refeição do seu pequeno com ingredientes naturais, como no caso de passeios ou em viagens longas, já que a papinha caseira pode estragar no caminho por causa da temperatura inadequada. Nos demais casos, tente sempre preparar a refeição com alimentos frescos e texturas variadas para estimular o desenvolvimento da mastigação.
5. É verdade que a papinha industrial não estraga como os alimentos naturais? Sim. A papinha industrializada não estraga facilmente por causa da pasteurização e do controle dos ingredientes, mas, depois de aberta, deve ser consumida em até 24horas, desde que seja conservada em um refrigerador. A vantagem de fazer a comida em casa é que você tem mais segurança em relação à qualidade dos alimentos oferecidos, além de ter a oportunidade de variar mais no sabor e nas texturas. Em geral, as papinhas industrializadas apresentam consistência, cor e sabor semelhantes, o que acaba tornando a alimentação monótona e sem graça. Lembre-se: um prato colorido e com consistências diferentes estimula o seu pequeno a comer com mais vontade e desenvolver melhor o paladar, a mastigação e a percepção dos alimentos.
6. Existe alguma contraindicação para as frutinhas prontas? As frutinhas prontas são muito pastosas e não favorecem o desenvolvimento da mastigação. O melhor é dar a fruta fresca mesmo: melancia, laranja, banana... É muito importante deixar a criança se acostumar com diferentes texturas de comida, seja mais consistente ou mais mole. Mas sempre fique de olho para seu pequeno não engasgar. Uma sugestão da odontopediatra Mariângela Schalka é deixar a criança com um pedaço da fruta pequeno (sem cortar em cubinhos), como um pedaço de abacaxi ou um gomo de tangerina. Isso estimula a percepção do alimento, a adaptação da mastigação e a sensibilização da língua. Fora que não tem nada mais gostoso do que ver seu pequeno se deliciando, com uma frutinha, ao tentar comê-la.
7. Até que idade as papinhas industrializadas são recomendadas? As papinhas industrializadas possuem, nos rótulos, sugestões de idade para a criança consumi-la. No entanto, controle a textura do alimento, preparando a refeição em casa, mantendo pedaços maiores. O momento de transição do líquido para o sólido é muito importante para o desenvolvimento da mastigação. Mas é necessário fazer uma transição progressiva. No início, por volta dos 6 meses de idade, amasse a papinha com um garfo. Batata, carne cozida e cenoura são uma boa pedida. Procure usar a peneira nos dez primeiros dias. Aos poucos, passe a deixar pedaços de alimentos para que seu pequeno se acostume com a mastigação vertical, responsável por triturar o alimento. Quando a papinha é somente pastosa, a criança só registra o movimento horizontal, no qual a língua “leva” a comida para a garganta para ser engolida.A ideia da progressão de consistência é fazer com que a criança consiga fazer a modulação da mastigação, por volta de 1 ano de idade. Mesmo se tiver poucos dentes na boca ou nenhum, o pequeno vai conseguir amassar um alimento mais mole, como uma batata cozida, com a própria gengiva.
Fonte: Site Bebê.com.br
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Nova rotina
Estamos quase chegando ao 5º mês e com ele, uma nova rotina a ser estabelecida. Por orientação da pediatra, as mamadas agora têm acrescido um tipo de massa (optamos por aveia). Também optamos por alternar o lanche das 9h, alguns dias o suco seguido da mamadeira, outros dias feito misturado, em forma de vitamina.
06h00 - Mamadeira 150ml
06h30 - Banho de sol
07h00 - Soneca
09h00 - Suco de fruta + mamadeira (separado ou junto)
09h30 - Soneca
12h00 - Papinha salgada
12h30 - Soneca
15h00 - Papinha doce
18h00 - Mamadeira 150ml (após o 7º mês, inserir a segunda papa salgada)
21h00 - Mamadeira 150ml
22h00 - Soneca
Madrugada - Mamadeira (se acordar com fome)
domingo, 17 de julho de 2011
Desenvolvimento do bebê
Neste site pode-se fazer download de dois gráficos que funcionam como indicadores para o monitoramento do peso e altura dos bebês.
Neste outro site pode-se fazer este acompanhamento mês a mês, de forma online.
Abaixo, imagem do gráfico de crescimento da altura da Valentina em seus primeiros quatro meses.
Neste outro site pode-se fazer este acompanhamento mês a mês, de forma online.
Abaixo, imagem do gráfico de crescimento da altura da Valentina em seus primeiros quatro meses.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Principais dúvidas na hora de dar a papinha
Alguns vídeos interessantes que tiram as principais dúvidas na hora de dar a papinha.
Lactente Sibilante
Valentina ontem teve consulta com a pneumologista e foi diagnosticada como sendo uma "lactente sibilante". Corri na internet para descobrir que bicho de sete cabeças era esse.
Segundo este Blog, a sibilância (ou chiado no peito) é muito frequente durante os primeiros anos de vida e várias doenças podem causá-la nesta faixa etária, como as infecções virais (Valentina teve ao 2º mês bronquiolite viral), doença do refluxo gastroesofágico e asma. A presença de 3 ou mais episódios nos últimos 12 meses é conhecida como sibilância recorrente. É necessário avaliar corretamente os sintomas, os antecedentes pessoais e familiares, a presença de fatores de risco (como tabagismo passivo) para identificar os prováveis asmáticos e iniciar o tratamento adequado.
Segundo este Blog, a sibilância (ou chiado no peito) é muito frequente durante os primeiros anos de vida e várias doenças podem causá-la nesta faixa etária, como as infecções virais (Valentina teve ao 2º mês bronquiolite viral), doença do refluxo gastroesofágico e asma. A presença de 3 ou mais episódios nos últimos 12 meses é conhecida como sibilância recorrente. É necessário avaliar corretamente os sintomas, os antecedentes pessoais e familiares, a presença de fatores de risco (como tabagismo passivo) para identificar os prováveis asmáticos e iniciar o tratamento adequado.
Papinhas laxantes
Já comentei aqui no Blog sobre a prisão de ventre que Valentina tem às vezes. No momento, estou supondo que seja pela troca do leite Aptamil por Bebelac, ou pelo pela inserção de novos alimentos em seu cardápio. Confesso que fui anciosa e não segui a regra de ouro de ficar uma semana com uma fruta, até iniciar com outra. Passava três dias no máximo com uma fruta e já ia trocando. Isso não foi bom, já descobri! Então reforço aqui a idéia que a introdução de novos alimentos deve sim ser feita de forma gradativa, oferecendo ao bebê 1 fruta por vez, assim também com os alimentos para as papinhas salgadas, pois além de ajudar o bom funcionamento do intestino fica mais fácil identificar possíveis alergias.
Valentina faz seu "servicinho" quase todo dia, é raro um dia que ela não faz. Mas passou uns três dias (dois e meio, na verdade) e eu vendo ali o incômodo da minha filha, sofrendo tanto, que acabei por fazer uso de um supositório de glicerina, pois tinha dias que ela não conseguia fazer cocô. Após me sentir culpada por utilizar este recurso (já contei pra vocês que sou chegada a um drama?), fiz algumas pesquisas e descobri que a ameixa é um santo remédio. Então comprei ontem ameixa preta sem caroço. Me ensinaram a cozinhar na água, bater no liquidificador e dar em forma de chá e/ou substituir a água do LA por esse mesmo chá de ameixa. Vou tentar hoje mesmo!
Pensando em amenizar esses incômodos, encontrei na internet (às vezes fico pensando: como nossos pais e avós sobreviveram sem esse recurso?) umas receitas de papinha doce e salgada baseada em alimentos conhecidos como laxantes. Lembrando que é necessário oferecer bastante água ao bebê para ajudar o funcionamento do intestino, a falta de líquidos é um dos principais motivos para a prisão de ventre.
Papinha de mamão + ameixa + laranja
½ mamão papaia, 2 ameixas pretas sem caroço, suco de ½ laranja + 50 ml de água
Coloque as ameixas com a água em uma panela e deixe ferver, até dissolver a ameixa. Após, passe em uma peneira e misture com o mamão (obviamente já sem casca e sem sementes), devidamente amassado com um garfo. Adicione o suco de laranja. Provavelmente ficarão pedaçinhos minúsculos da ameixa. Pode oferecer sem medo ao bebê que ele não irá se engasgar.
Papinha de legumes
1 pedaço pequeno de abóbora, 2 folhas de couve, ½ beterraba, 1 batatinha inglesa e um pedaço pequeno de carne ou frango. Em uma panela pequena junte todos os ingredientes com 1 dente de alho pequeno picadinho, 1 pedaço pequeno de cebola picadinha, 1 pedaço pequeno de pimentão, ½ tomate sem pele e sementes, 1 colher de chá de azeite de oliva, refogue um pouco tudo e coloque água até cobrir, cozinhe em fogo baixo (para evitar a perda maior de nutrientes). Por causa da beterraba será necessário processar a papinha depois de cozida.
Valentina faz seu "servicinho" quase todo dia, é raro um dia que ela não faz. Mas passou uns três dias (dois e meio, na verdade) e eu vendo ali o incômodo da minha filha, sofrendo tanto, que acabei por fazer uso de um supositório de glicerina, pois tinha dias que ela não conseguia fazer cocô. Após me sentir culpada por utilizar este recurso (
Pensando em amenizar esses incômodos, encontrei na internet (às vezes fico pensando: como nossos pais e avós sobreviveram sem esse recurso?) umas receitas de papinha doce e salgada baseada em alimentos conhecidos como laxantes. Lembrando que é necessário oferecer bastante água ao bebê para ajudar o funcionamento do intestino, a falta de líquidos é um dos principais motivos para a prisão de ventre.
Papinha de mamão + ameixa + laranja
½ mamão papaia, 2 ameixas pretas sem caroço, suco de ½ laranja + 50 ml de água
Coloque as ameixas com a água em uma panela e deixe ferver, até dissolver a ameixa. Após, passe em uma peneira e misture com o mamão (obviamente já sem casca e sem sementes), devidamente amassado com um garfo. Adicione o suco de laranja. Provavelmente ficarão pedaçinhos minúsculos da ameixa. Pode oferecer sem medo ao bebê que ele não irá se engasgar.
Papinha de legumes
1 pedaço pequeno de abóbora, 2 folhas de couve, ½ beterraba, 1 batatinha inglesa e um pedaço pequeno de carne ou frango. Em uma panela pequena junte todos os ingredientes com 1 dente de alho pequeno picadinho, 1 pedaço pequeno de cebola picadinha, 1 pedaço pequeno de pimentão, ½ tomate sem pele e sementes, 1 colher de chá de azeite de oliva, refogue um pouco tudo e coloque água até cobrir, cozinhe em fogo baixo (para evitar a perda maior de nutrientes). Por causa da beterraba será necessário processar a papinha depois de cozida.
Na foto, Valentina deliciando-se com a papinha de mamão + ameixa + laranja
E Valentina segue crescendo
Ontem tivemos consulta com a pneumologista da Valentina, a Dra. Mara Cristina, e saímos de lá bastante satisfeitos. Nossa bebê, embora continue com o nariz congestionado, segue algum tempo já sem cansar e isso, para uma mãe, é ótimo - ver que seu filho segue bem. A Dra. Mara passou novos medicamentos para tratar a alergia e reforçou a importância da fisioterapia respiratória. Mas Valentina é uma menina forte. Mesmo com o seu histórico gestacional, com uma mãe bio que não cuidou dela dentro do ventre (não quero entrar aqui nos detalhes, mas quando a recebemos, soube que Valentina era um milagre vivo!), nossa menina nasceu com saúde de ferro e é assim até hoje. Quando converso com os especialistas sobre esse histórico, todos são unânimes em concordar como ela cresce bem, com saúde. Nossa menina nunca teve sequer uma reação às vacinas. O único porém é essa crise alérgica que apresenta com poeira, ventilador e mudanças climáticas. Com cuidado, fica 100%.
Em tempo, na consulta com a pneumologista foi feito a medição (56cm) e o peso (5.000kg).
Em tempo, na consulta com a pneumologista foi feito a medição (56cm) e o peso (5.000kg).
domingo, 10 de julho de 2011
O uso de supositório em bebês
Chegamos de viagem cedinho, por volta das 17h30, com tempo mais que suficiente para a rotina noturna da Valentina que, por volta das 20h30, toma seu banho, última mamadeira e logo em seguida é embalada no berço até dormir. Contudo, hoje foi um dia atípico e confesso que até estressante.
Valentina chegou em casa as quedas de sono. No caminho, já tinha feito servicinho (apenas digno de sujar a fralda), então ao chegar em casa, interrompi este momento e fui dar-lhe banho. Pronto, começou o berreiro!! Após uma meia hora gritando, acalmou-se e dormiu... zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz... por apenas dez minutos. E dá-lhe mais grito. Achei que era fome (sempre próximo de "virar o mês" ela tem picos de fome, aumentando em até 40-50ml a quantidade da mamada), tomou todo o leite, mas a tranquilidade não veio.
Elton, o super-pai, pega no colo, conversa, acalenta... E de repente me conta: são gases. Quando a pego no colo, percebo o quanto sua barriga tá dura... Lhe demos 4 gotas de simeticona, pra aliviar o desconforto e nada. Muito choro, muita espremedeira, mas nada de cocô. Após duas horas neste sofrimento, resolvi apelar e inseri um supositório de glicerina. Pronto!! Ufaaaaa!! Quase que instantamente fez seu cocô e agora dorme tranquila e bela. A mãe aqui??? Fica com a culpa, de não saber se fez o certo para a saúde da bebê.
Agora que ela aquietou-se, fui (re)ler o post sobre prisão de ventre e acredito que seja a inserção de novos alimentos o grande vilão da história. A três dias ela tomou suco de maçã e hoje apenas provou, levemente, o mamão. Amanhã irei ao mercado para comprar ameixa preta e assim tentar uma alternativa natural. De toda forma, amanhã começaremos também o novo cardápio e iniciaremos as obervações sobre esta nova etapa na vida da Valentina.
Valentina chegou em casa as quedas de sono. No caminho, já tinha feito servicinho (apenas digno de sujar a fralda), então ao chegar em casa, interrompi este momento e fui dar-lhe banho. Pronto, começou o berreiro!! Após uma meia hora gritando, acalmou-se e dormiu... zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz... por apenas dez minutos. E dá-lhe mais grito. Achei que era fome (sempre próximo de "virar o mês" ela tem picos de fome, aumentando em até 40-50ml a quantidade da mamada), tomou todo o leite, mas a tranquilidade não veio.
Elton, o super-pai, pega no colo, conversa, acalenta... E de repente me conta: são gases. Quando a pego no colo, percebo o quanto sua barriga tá dura... Lhe demos 4 gotas de simeticona, pra aliviar o desconforto e nada. Muito choro, muita espremedeira, mas nada de cocô. Após duas horas neste sofrimento, resolvi apelar e inseri um supositório de glicerina. Pronto!! Ufaaaaa!! Quase que instantamente fez seu cocô e agora dorme tranquila e bela. A mãe aqui??? Fica com a culpa, de não saber se fez o certo para a saúde da bebê.
Agora que ela aquietou-se, fui (re)ler o post sobre prisão de ventre e acredito que seja a inserção de novos alimentos o grande vilão da história. A três dias ela tomou suco de maçã e hoje apenas provou, levemente, o mamão. Amanhã irei ao mercado para comprar ameixa preta e assim tentar uma alternativa natural. De toda forma, amanhã começaremos também o novo cardápio e iniciaremos as obervações sobre esta nova etapa na vida da Valentina.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Prisão de ventre
Como sei que meu filho está mesmo com prisão de ventre?
Não existe regra no que diz respeito à frequência do cocô de um bebê. Você vai precisar observar e descobrir o que é normal para o seu bebê.
É importante saber que todo bebê tem de fazer força para defecar, mesmo que o cocô esteja pastoso ou líquido. Logo você vai reconhecer as caretas que seu filho faz quando está "aprontando" na fralda. Também é bom saber que, mais que o número de dias sem fazer cocô, o que importa é o aspecto das fezes (não devem ser duras e secas) e o desconforto do bebê.
A constipação é rara em bebês novinhos, em especial nos que mamam no peito. O cocô do recém-nascido é pastoso ou quase líquido. Se seu filho estiver fazendo cocô de bolinha, é provável que esteja com prisão de ventre.
Veja uma incrível galeria de fotos que mostra direitinho como é o cocô do bebê.
O mais comum é os bebês amamentados ao seio fazerem cocô várias vezes por dia nas primeiras semanas, mas depois disso podem passar a fazer só uma ou duas vezes na semana inteira. Isso é normal.
Bebês que tomam fórmulas lácteas tendem a fazer cocô só uma vez por dia, com uma consistência mais firme, mas às vezes só fazem uma vez a cada três ou quatro dias. Isso não é considerado anormal, desde que o cocô não esteja duro demais, saindo em pedaços bem pequenos.
É comum os bebês começarem a sofrer com prisão de ventre quando começam a comer outros alimentos. Os sintomas são:
É importante saber que todo bebê tem de fazer força para defecar, mesmo que o cocô esteja pastoso ou líquido. Logo você vai reconhecer as caretas que seu filho faz quando está "aprontando" na fralda. Também é bom saber que, mais que o número de dias sem fazer cocô, o que importa é o aspecto das fezes (não devem ser duras e secas) e o desconforto do bebê.
A constipação é rara em bebês novinhos, em especial nos que mamam no peito. O cocô do recém-nascido é pastoso ou quase líquido. Se seu filho estiver fazendo cocô de bolinha, é provável que esteja com prisão de ventre.
Veja uma incrível galeria de fotos que mostra direitinho como é o cocô do bebê.
O mais comum é os bebês amamentados ao seio fazerem cocô várias vezes por dia nas primeiras semanas, mas depois disso podem passar a fazer só uma ou duas vezes na semana inteira. Isso é normal.
Bebês que tomam fórmulas lácteas tendem a fazer cocô só uma vez por dia, com uma consistência mais firme, mas às vezes só fazem uma vez a cada três ou quatro dias. Isso não é considerado anormal, desde que o cocô não esteja duro demais, saindo em pedaços bem pequenos.
É comum os bebês começarem a sofrer com prisão de ventre quando começam a comer outros alimentos. Os sintomas são:
- Irritabilidade, dor de barriga e desconforto gástrico
- Abdome duro ao toque
- Dor de barriga que melhora depois de fazer cocô
- Traços de sangue nas fezes, normalmente devido a fissuras na pele do ânus, provocada pela passagem do cocô ressecado
- Cocô duro, em bolinhas pequenas
- Em alguns casos, um cocô quase líquido, frequente e em pequena quantidade, pode indicar prisão de ventre (porque só ele consegue passar pelas fezes ressecadas no intestino
O que pode estar provocando a prisão de ventre?
Veja abaixo alguns dos fatores que podem estar colaborando para a prisão de ventre:
Fórmula - Algumas fórmulas em pó podem prender o intestino do bebê, dependendo da sensibilidade da criança. Você pode conversar com o pediatra para trocar a marca ou o tipo da fórmula. Verifique se você está preparando a fórmula corretamente, com a quantidade especificada de água. Fórmula concentrada demais pode causar constipação.
Desidratação - Verifique se o bebê está recebendo bastante líquido. Se você amamenta, aumente a sua ingestão de líquido e confira se sua produção de leite é suficiente e se o bebê está mamando bem. Lembre-se de que um bebê amamentado só tem prisão de ventre se o cocô estiver duro e ressecado, o que é muito raro. Se seu filho toma fórmula, dê água nos intervalos das mamadas. Para bebês que já comem outros alimentos, dê água e sucos ao longo do dia.
Introdução de novos alimentos - Quando o bebê começa a comer outras comidas, o intestino pode ficar mais vagaroso. Um dos maiores culpados é o cereal (mingau) de arroz, que prende o intestino e tem pouca fibra.
Auto-obstipação - Pode acontecer também de a criança, quando cresce, começar a segurar o cocô, por associar o ato de defecar com algo doloroso (pode ser que uma vez tenha doído). Nesse caso é preciso conversar com o pediatra para adotar uma estratégia que faça a criança dissociar o ato de fazer cocô de uma experiência dolorosa. O médico pode receitar algum tipo de laxante leve.
Em casos bem mais raros, a prisão de ventre pode ser causada por uma doença ou problema congênito, que só o médico saberá avaliar.
Fórmula - Algumas fórmulas em pó podem prender o intestino do bebê, dependendo da sensibilidade da criança. Você pode conversar com o pediatra para trocar a marca ou o tipo da fórmula. Verifique se você está preparando a fórmula corretamente, com a quantidade especificada de água. Fórmula concentrada demais pode causar constipação.
Desidratação - Verifique se o bebê está recebendo bastante líquido. Se você amamenta, aumente a sua ingestão de líquido e confira se sua produção de leite é suficiente e se o bebê está mamando bem. Lembre-se de que um bebê amamentado só tem prisão de ventre se o cocô estiver duro e ressecado, o que é muito raro. Se seu filho toma fórmula, dê água nos intervalos das mamadas. Para bebês que já comem outros alimentos, dê água e sucos ao longo do dia.
Introdução de novos alimentos - Quando o bebê começa a comer outras comidas, o intestino pode ficar mais vagaroso. Um dos maiores culpados é o cereal (mingau) de arroz, que prende o intestino e tem pouca fibra.
Auto-obstipação - Pode acontecer também de a criança, quando cresce, começar a segurar o cocô, por associar o ato de defecar com algo doloroso (pode ser que uma vez tenha doído). Nesse caso é preciso conversar com o pediatra para adotar uma estratégia que faça a criança dissociar o ato de fazer cocô de uma experiência dolorosa. O médico pode receitar algum tipo de laxante leve.
Em casos bem mais raros, a prisão de ventre pode ser causada por uma doença ou problema congênito, que só o médico saberá avaliar.
Como tratar a prisão de ventre no bebê?
Converse com o pediatra antes de tomar medidas para aliviar o desconforto do bebê. Lembre-se de fazer uma lista de perguntas nas consultas de rotina para já saber o que fazer no caso de uma eventual prisão de ventre.
Veja algumas das alternativas:
- Faça exercícios no bebê. Para bebês pequenos, faça o movimento de bicicleta nas perninhas. Se o bebê já engatinha, coloque-o no chão por bastante tempo por dia.
- Massageie a barriga do bebê. Pressione com firmeza três dedos abaixo do umbigo, por cerca de três minutos.
- Para bebês que tomam fórmula em pó, pergunte ao médico se não pode trocar de tipo ou marca.
- Se seu filho come cereal de arroz, experimente trocar por outro tipo de cereal, como o de aveia. Ou só dê cereal misturado com frutas que soltam o intestino, como o mamão papaia.
- Use uma das estratégias favoritas das mães: deixar uma ameixa preta de molho num copo d'água durante a noite e depois dar a água ao bebê, ou ainda bater a ameixa junto com suco. Lembre-se de que bebê de menos de 1 ano não devem comer mel.
- Aumente a quantidade de líquido que o bebê toma. E prefira frutas e verduras que soltam o intestino, reduzindo a quantidade de banana e maçã, por exemplo.
Veja algumas das alternativas:
- Faça exercícios no bebê. Para bebês pequenos, faça o movimento de bicicleta nas perninhas. Se o bebê já engatinha, coloque-o no chão por bastante tempo por dia.
- Massageie a barriga do bebê. Pressione com firmeza três dedos abaixo do umbigo, por cerca de três minutos.
- Para bebês que tomam fórmula em pó, pergunte ao médico se não pode trocar de tipo ou marca.
- Se seu filho come cereal de arroz, experimente trocar por outro tipo de cereal, como o de aveia. Ou só dê cereal misturado com frutas que soltam o intestino, como o mamão papaia.
- Use uma das estratégias favoritas das mães: deixar uma ameixa preta de molho num copo d'água durante a noite e depois dar a água ao bebê, ou ainda bater a ameixa junto com suco. Lembre-se de que bebê de menos de 1 ano não devem comer mel.
- Aumente a quantidade de líquido que o bebê toma. E prefira frutas e verduras que soltam o intestino, reduzindo a quantidade de banana e maçã, por exemplo.
Não posso usar supositório no bebê, ou dar laxante?
Pergunte para o pediatra do bebê que métodos pode usar quando o bebê estiver obviamente desconfortável por causa da prisão de ventre.Pode ser que o pediatra receite algum tipo de laxante natural, ou ainda um supositório, de glicerina ou com medicamento.
O supositório deve ser guardado para situações de emergência, assim como o estímulo do ânus, para que o bebê não fique acostumado a só fazer cocô com ajuda externa.
Fonte: Clicando aqui
sábado, 25 de junho de 2011
Nova rotina com banho de sol
Valentina (e nós também, claro!) tem um novo compromisso diário: seu importante banho de sol. O problema é que enquanto ela só dorme, papai e mamãe estão derrotados pelo cansaço do trabalho a noite, com evento. Mas vamos que vamos! A saúde e o bem estar dela, sempre, em primeiro lugar.


Com a amiguinha Maria Clara.
Detalhe: Valentina com 3 meses e Maria Clara com 48 horas de nascida
hahahaha


Com a amiguinha Maria Clara.
Detalhe: Valentina com 3 meses e Maria Clara com 48 horas de nascida
hahahaha
quinta-feira, 23 de junho de 2011
A importância do banho de sol para a saúde do bebê
Ontem Valentina teve consulta com a pediatra e eu voltei arrasada. Embora nossa estrelinha esteja saudável, ela não cresceu nenhum centímetro. Nenhum mesmo. Manteve-se nos 51cm e isso me deixou preocupada. A recomendação da pediatra? Muito banho de sol (coisa que confesso que não fazia, pois o horário do banho pela manhã era justamente quando eu conseguia descansar um pouco e no fim da tarde tinha as sessões ou eventos a realizar e nunca dava certo). Com a "consciência pesada", ontem mesmo me organizei toda e mesmo com o horário apertado, iniciei a sessão de banho de sol da Valentina.

Valentina com 3 meses, tomando banho de sol na casa da bisavó, em Limoeiro do Norte
Mas, qual a importância do banho de sol e sua relação com o crescimento da criança? Bem, após me martirizar bem muito (confesso que sou meio chegada a um drama!!! - a Globo não sabe o que perde - rsrs), fiz algumas pesquisas e descobri que o banho de sol, diariamente, é de extrema importância para um perfeito desenvolvimento da estrutura óssea do bebê, pois é através dos raios solares que a vitamina D será metabolizada e auxiliará na absorção do cálcio. Os raios solares ajudam ainda a degradar a bilirrubina, um pigmento que torna a pele do bebê amarelada.
Então o bebê recebe (através do leite materno ou artificial, ou mesmo através de complexos vitamínicos) a tão importante vitamina D, que fica inativa no organismo do bebê. É aí que entra o banho de sol, como forma de sintetizar a vitamina, transformando-a em ativa, conseguindo absorver melhor o cálcio. Ou seja, mesmo o bebê tomando o leite e as vitaminas, não é suficiente. É através do banho de sol diário que a vitamina D torna-se eficiente e essencial para o desenvolvimento normal de ossos e dentes, também atuando no sistema imune, no coração e no cérebro.
Nos primeiros dias, o banho de sol deve durar de cinco a dez minutos, aumentando gradativamente até um máximo de uma hora. O sol é para a saúde do seu filho e não para que ele fique bronzeadinho.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Farmacinha doméstica

Farmacinha da Valentina com 2 meses
É sempre bom manter em casa uma série de remédios básicos. Não é necessário um estojo especial para guardar os remédios e materiais, mas é útil ter uma bolsinha que facilite a organização e o transporte no caso de você viajar ou passar o dia fora. A farmacinha precisa ficar longe do alcance do bebê e de outras crianças da casa. Clique aqui para baixar e imprimir uma lista com os principais números de emergência no Brasil. Há também espaço para você preencher com os seus dados, os da criança e o que fazer em caso de urgência.
Números de emergência
Um dos itens mais importantes além da farmacinha doméstica é a lista de telefones de emergência. Tenha duas cópias: uma num lugar bem visível da casa, como a porta da geladeira, por exemplo, e outra dentro da sua carteira. A lista de números deve ter:
• Telefones do pediatra (consultório e celular, se possível)
• Número da carteirinha do plano de saúde do bebê
• Endereço do hospital mais próximo
• Nomes e telefones de dois vizinhos ou familiares que morem perto (para o caso de você precisar de ajuda, como tomar conta de um dos filhos ou uma carona até o hospital).
• Números de emergência (Bombeiros, informações sobre intoxicação etc).
O que sua farmacinha deve ter
Algumas sugestões para compor sua farmácia doméstica:
• Termômetro
• Analgésico/antitérmico líquido ou em gotas. Já pergunte na consulta de rotina com o pediatra qual tipo usar, qual a dose e em que situações você pode dar esses medicamentos à criança. Normalmente os médicos indicam o paracetamol para crianças menores de 6 meses. Deixe o remédio sempre fora do alcance das crianças, e verifique regularmente o prazo de validade.
• Loção ou creme para picadas de inseto ou queimaduras de sol, recomendados pelo pediatra para a idade do seu filho. Lembre-se de que crianças de menos de 2 anos não podem usar produtos que contenham cânfora, ingrediente comum nesse tipo de loção ou pomada.
• Líquido bactericida (por exemplo os à base de clorexidina) ou água oxigenada para limpeza de cortes e machucados.
• Curativos adesivos para machucados.
• Embalagens pequenas de compressas de gaze.
• Um rolo de atadura de gaze.
• Um rolo de esparadrapo antialérgico ou fita microporo.
• Uma tesoura afiada para cortar a gaze.
• Pinça para retirar ferrões ou farpas.
• Soro fisiológico
• Solução nasal à base de cloreto de sódio e sem conservantes
• Protetor solar infantil (não recomendado para bebês com menos de 6 meses).
• Repelente de insetos infantil (consultar o pediatra para saber a partir de que idade usar).
• Seringa, conta-gotas, colher ou copinho com medição para administrar remédios para crianças.
• Se seu filho tem asma ou é alérgico a insetos ou a alimentos como amendoim, castanhas ou frutos do mar, é muito importante carregar sempre com você o remédio receitado pelo médico para o caso de emergência, e manter outra caixa na sua farmácia doméstica. Verifique com frequência o prazo de validade. Converse detalhadamente com o pediatra para saber qual remédio usar em cada tipo de situação.
• Outros medicamentos: pergunte ao pediatra se ele recomenda algum medicamento específico para você ter em casa. Alguns médicos orientam famílias a manter em casa supositórios de antitérmico, para febres muito altas em que a criança esteja vomitando, por exemplo. Um remédio antigases também pode ser útil numa dor de barriga no meio da madrugada.
Preciso ter mais de um kit de remédios?
Depende do seu estilo de vida. Se você sai muito com seu filho e passa o dia todo fora, por exemplo, pode querer ter uma "minifarmácia" na bolsa. Dá para montar um segundo kit na casa dos avós, por exemplo, ou numa casa de lazer, como sítio ou praia. Não se esqueça de deixar tudo longe das mãozinhas curiosas e sempre em um local bem ventilado.
As vacinas
No site BabyCenter Brasil pode-se ter acesso a um calendário das vacinas do bebê colocando apenas o mês e ano de nascimento. Super útil. No calendário estão todas as vacinas gratuitas oferecidas nos postos de saúde. Contém ainda vacinas complementares recomendadas pela SBP (Sociedade Brasileira de Pediatra), em sua maioria disponíveis em clínicas particulares.
Públicas: BCG / Hepatite B
BCG: Dose única, contra as formas mais graves de tuberculose. Dada gratuitamente em postos de saúde e maternidades públicas. Recomenda-se que seja aplicada no primeiro mês de vida.
Modo de aplicação: Picada no braço direito (aplicação intradérmica). A ferida que se forma é normal e esperada. Vai formar uma cicatriz. Qualquer lesão mais significativa deve ser avaliada pelo pediatra.
Hepatite B: Primeira dose do total de três. Dada de preferência nas primeiras 12 horas de vida, na maternidade, ou então logo depois da alta. É gratuita em maternidades públicas e postos de saúde. Quando a mãe é portadora do vírus da hepatite B, a vacina é dada logo depois do nascimento.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
Pública: Hepatite B
Hepatite B: Segunda dose do total de três. Dada 30 dias depois da primeira dose. É gratuita em postos de saúde. Na rede particular, alguns médicos preferem dar esta dose aos 2 meses, numa combinação com outras vacinas na mesma picada.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
Públicas: DTP + Hib / Pólio oral / Rotavírus / Pneumocócica conjugada
Opção particular: DPaT + Hib + Pólio inativada ou / DPaT + Hib + Pólio inativada + Hepatite B / Rotavírus / Pneumocócica conjugada
DTP + Hib: Primeira dose. Contra difteria, tétano, coqueluche e infecções provocadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b. É gratuita em postos de saúde. Os especialistas da Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam, no entanto, quando possível, a versão tríplice acelular (DPaT), por ter menos risco de efeitos colaterais. Ela está combinada com outras vacinas, reduzindo o número de picadas. Essa formulação não é encontrada de rotina nos postos de saúde.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
Pólio: Primeira dose. Previne a poliomielite, ou paralisia infantil. A vacina dada gratuitamente nos postos de saúde é a oral (VOP, ou Sabin), a da gotinha. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, pelo menos nas duas primeiras doses, a versão pólio inativada (VIP ou IPV, conhecida como Salk), que é aplicada na rede particular em combinação com a DPaT com Hib e às vezes com a da Hepatite B (5-valente ou 6-valente), todas na mesma agulhada.
Modo de aplicação: A vacina oral (Sabin) é em forma de gotinha. Já a Salk é dada com picada no músculo da lateral da coxa, dentro da formulação 5-valente ou 6-valente.
Rotavírus: Primeira dose. Evita infecções pelo rotavírus, que causa vômito e diarreia. A vacina monovalente é dada de graça nos postos de saúde. Na rede particular, também existe uma versão que protege contra mais tipos de vírus, mas o esquema completo será de três doses, em vez de duas.
Modo de aplicação: gotinhas.
Pneumocócica conjugada: Primeira dose. Evita alguns tipos de pneumonia e outras doenças causadas pela bactéria pneumococo. Passou a fazer parte do Programa Nacional de Imunizações em 2010.
Modo de aplicação: picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
Pública a partir de 08/2010: Meningococo C conjugada
Meningococo C conjugada: Primeira dose. Protege contra a meningite e outras doenças disseminadas pela bactéria chamada meningococo C. Recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. A partir de agosto de 2010 seria aplicada gratuitamente nos postos de saúde dentro do Programa Nacional de Imunizações. Também disponível na rede particular.
Modo de aplicação: Picada no músculo da lateral da coxa (intramuscular).
Públicas: DTP + Hib / Pólio oral / Rotavírus / Pneumocócica conjugada
Opção particular: DPaT + Hib + Pólio inativada / Rotavírus / Pneumocócica conjugada
Segunda dose das vacinas aplicadas aos 2 meses. Se o bebê teve reação ou ficou incomodado com a primeira dose, não necessariamente o problema se repetirá, mas é possível que aconteça. Siga as orientações do pediatra.
DTP + Hib: Segunda dose. Contra difteria, tétano, coqueluche e infecções provocadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b. É gratuita em postos de saúde. Os especialistas da Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam, quando possível, a versão da tríplice acelular (DPaT), por ter menos risco de efeitos colaterais. Essa formulação não é encontrada de rotina nos postos de saúde. Não é obrigatório tomar o mesmo tipo da primeira dose -- são formulações intercambiáveis.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
Pólio: Segunda dose. Previne a poliomielite (paralisia infantil). A vacina dada gratuitamente nos postos de saúde é a oral (VOP, ou Sabin), a da gotinha. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, pelo menos nas duas primeiras doses, a versão da pólio inativada (VIP ou IPV, conhecida como Salk), que é aplicada na rede particular em combinação com a DPat+Hib (pentavalente). O ideal é tomar do mesmo tipo da primeira dose, mas não há problema se for do outro tipo.
Modo de aplicação: A Sabin é oral, em forma de gotinhas. Já a Salk é aplicada junto com a pentavalente, numa picada só, no músculo da lateral da coxa (intramuscular).
Rotavírus: Segunda dose. Evita infecções pelo rotavírus, que causa vômito e diarreia. É dada de graça nos postos de saúde (esquema total de duas doses, aos 2 e 4 meses). Na rede particular, existe uma versão que protege contra mais tipos de vírus, mas o esquema completo será de três doses (aos 2, 4 e 6 meses). É preciso repetir a mesma versão de vacina entre a primeira e a segunda dose.
Modo de aplicação: gotinha.
Pneumocócica: Segunda dose. Previne alguns tipos de pneumonia e infecções causadas pela bactéria pneumococo. Passou a fazer parte do Programa Nacional de Imunizações em 2010. Como existe mais de um tipo, é preciso dar o mesmo tipo da primeira dose (atenção se tiver dado a primeira dose na rede privada e quiser passar para a particular, ou vice-versa).
Modo de aplicação: picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
Pública a partir de 08/2010: Meningococo C conjugada
Meningococo C conjugada: Segunda dose. Protege contra a meningite e outras doenças. Recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. A partir de 2010 é aplicada gratuitamente nos postos de saúde dentro do Programa Nacional de Imunizações. Também disponível na rede particular.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa.
Públicas: DTP + Hib / Pólio oral / Hepatite B / Pneumocócica conjugada / Gripe
Opção particular: DPaT + Hib + Pólio + Hepatite B / Rotavírus / Pneumocócica conjugada / Gripe
Terceira dose das vacinas aplicadas aos 2 e 4 meses, mais a terceira dose da hepatite B. Se, com alguma dose anterior, o bebê teve reação ou ficou incomodado, não necessariamente isso acontecerá de novo, mas pode ocorrer. Siga as orientações do pediatra.
DTP + Hib: Terceira dose. Contra difteria, tétano, coqueluche e infecções provocadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b. É gratuita em postos de saúde. Os especialistas da Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam, no entanto, quando possível, a versão tríplice acelular (DPaT), por ter menos risco de efeitos colaterais e pela reunião de várias vacinas numa só picada (hexavalente). Essa formulação não é encontrada de rotina nos postos de saúde. Não é obrigatório usar o mesmo tipo de formulação das doses anteriores.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
Pólio: Terceira dose. Previne a poliomielite (paralisia infantil). A vacina dada gratuitamente nos postos de saúde é a oral (VOP, ou Sabin), a da gotinha. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, pelo menos nas duas primeiras doses, a versão da pólio inativada (VIP ou IPV, conhecida como Salk), que é aplicada na rede particular em combinação com a DPaT com Hib (5-valente) ou DPaT com Hib e hepatite B (6-valente), todas na mesma agulhada. O ideal é tomar do mesmo tipo da primeira dose, mas não há problema se for do outro tipo.
Modo de aplicação: A Sabin é em forma de gotinhas. Já a Salk é aplicada junto com a pentavalente ou hexavalente, no músculo da lateral da coxa (intramuscular).
Hepatite B: Terceira e última dose. É gratuita em postos de saúde. Na rede particular, é dada também na mesma picada que outras vacinas da mesma data, como a DTaP, Hib e Salk (hexavalente).
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa.
Rotavírus: Terceira dose, prevista apenas no esquema de vacinação da rede particular (pentavalente, com esquema completo de três doses, aos 2, 4 e 6 meses). É obrigatória se criança tomou as duas primeiras doses da pentavalente.
Modo de aplicação: gotinhas.
Pneumocócica: Terceira dose. Previne alguns tipos de pneumonia e outras infecções causadas pela bactéria pneumococo. Passou a fazer parte do Programa Nacional de Imunizações em 2010. Como existe mais de um tipo, é preciso dar o mesmo tipo da primeira e da segunda doses (atenção se tiver dado as doses anteriores na rede privada e quiser passar para a particular, ou vice-versa).
Modo de aplicação: picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
Gripe: A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda a aplicação da vacina contra a gripe (influenza) todos os anos para crianças de 6 meses a 5 anos. Normalmente a vacina não é oferecida pelo governo, mas em 2011 o Ministério da Saúde está oferecendo grátis a vacina da gripe, conjugada com a da gripe H1N1, a todas as crianças entre 6 meses e 2 anos.
A vacina da gripe Deve ser aplicada de preferência durante o outono. Na primeira vez que a criança toma a vacina da gripe, são necessárias duas doses, com intervalo de um mês.
Febre amarela
Febre amarela: Dose única da vacina contra o vírus da febre amarela para crianças residentes em áreas consideradas de risco, ou que se dirijam a elas. Estados em que se recomenda a vacinação: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Distrito Federal, Goiás, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Maranhão, Minas Gerais e partes dos Estados de São Paulo, Bahia, Paraná, Piauí, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Informe-se com o pediatra ou na unidade básica de saúde. Dada gratuitamente nos postos de saúde. Também disponível na rede particular.
Modo de aplicação: Picada subcutânea (com agulha curtinha) normalmente no braço, mas pode ser no bumbum ou na lateral da coxa.
Públicas: Meningocócica / Tríplice viral
Complemento particular: Hepatite A / Catapora
Meningococo C conjugada: Dose de reforço. Protege contra a meningite e outras doenças disseminadas pela bactéria meningococo C. Recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria, em agosto de 2010 passa a ser aplicada gratuitamente nos postos de saúde dentro do Programa Nacional de Imunizações. Também disponível na rede particular.
Modo de aplicação: Picada no músculo da lateral da coxa (intramuscular).
Tríplice viral (SRC, ou MMR): Primeira dose. Protege contra rubéola, sarampo e caxumba. Faz parte do calendário do Ministério da Saúde, portanto é aplicada gratuitamente nas unidades básicas de saúde. Também disponível na rede particular.
Modo de aplicação: Picada subcutânea (agulha curtinha) preferencialmente no braço.
Hepatite A: Primeira dose de duas. Não faz parte do calendário do governo, portanto está disponível apenas em clínicas particulares. É recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. O esquema sugerido é com 1 ano, mas o início pode ser adiado por alguns meses para dividir o número de aplicações. A segunda dose é dada seis meses depois da primeira.
Modo de aplicação: Picada no músculo da lateral da coxa (intramuscular).
Catapora (Varicela): Pode ser dada só nesta dose ou com um reforço, em caso de contato com a doença ou então entre os 4 e 6 anos. Não faz parte do Programa Nacional de Imunizações, portanto não é fornecida gratuitamente pelo SUS. É recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Uma observação: deve ser dada no mesmo dia que a tríplice viral, ou então com 28 dias de intervalo, porque uma pode interferir na resposta da outra.
Modo de aplicação: Picada subcutânea (com agulha curtinha) normalmente no braço.
Obs: Como são quatro picadas com 1 ano, o pediatra pode preferir fazer duas das vacinas com 1 ano e duas um mês depois, quando a criança tem 13 meses (1 ano e 1 mês).
Públicas: DTP / Pólio (gotinha) / Pneumocócica conjugada
Opção particular: DPaT + Hib + Pólio / Pneumocócica conjugada
DTP (tríplice bacteriana): Dose de reforço. Contra difteria, tétano, coqueluche. É gratuita em postos de saúde. Os especialistas recomendam a versão tríplice acelular (DPaT), por ter menos risco de efeitos colaterais. Essa formulação não é encontrada de rotina nos postos de saúde. Não há obrigatoriedade de usar a mesma formulação das doses anteriores, elas são intercambiáveis.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
Pólio: Dose de reforço. Previne a poliomielite (paralisia infantil). A vacina dada gratuitamente nos postos de saúde é a oral (VOP, ou Sabin), a da gotinha. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda, pelo menos nas duas primeiras doses, a versão da pólio inativada (VIP ou IPV, conhecida como Salk), que é aplicada na rede particular em combinação combinação com a DPaT com Hib, todas na mesma agulhada.
Modo de aplicação: A Sabin é oral, em forma de gotinhas. Já a Salk é dada junto com outras vacinas na formulação pentavalente, aplicada na parte lateral da coxa (intramuscular).
Hib: Dose de reforço contra infecções provocadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b. A dose de reforço é recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria no caso de aos 2, 4 e 6 meses a criança ter tomado a vacina combinada com a DPaT. Nesse caso o reforço vai dentro da vacina pentavalente (pólio inativada + DPaT + Hib + hepatite), aplicada normalmente em clínicas particulares. Esse reforço não faz parte do Programa Nacional de Imunizações.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa ou do bumbum (intramuscular).
Pneumocócica conjugada: Dose de reforço. Passou a fazer parte do Programa Nacional de Imunizações em 2010. Pode ser aplicada a qualquer momento entre 1 ano e 1 ano e 11 meses. Não há problema se houver diferença entre o tipo de vacina das primeiras doses e do reforço (7-valente ou 10-valente).
Modo de aplicação: picada no músculo lateral da perna, ou às vezes no bumbum.
Particular: Hepatite A
Hepatite A: Segunda dose. Não faz parte do calendário do governo, portanto tem de ser dada em clínicas particulares. É recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. A segunda dose é aplicada seis meses depois da primeira, e alguns pediatras preferem fazer o esquema um pouco mais tarde.
Modo de aplicação: picada no músculo da lateral da coxa (intramuscular).
Públicas: DTP / Pólio oral / Tríplice viral
Opção particular: DPaT + Pólio inativada / Tríplice viral / Catapora
DTP (tríplice bacteriana): Segunda dose de reforço. Contra difteria, tétano, coqueluche. É gratuita em postos de saúde. Os especialistas da Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam a versão da tríplice acelular (DPaT), por ter menos risco de efeitos colaterais, e para diminuir o número de picadas. Essa formulação não é encontrada na rotina dos postos de saúde. Não é obrigatório tomar o mesmo tipo das doses anteriores.
Modo de aplicação: Picada intramuscular, que pode ser no braço, glúteo (bumbum) ou parte lateral da coxa.
Pólio: Dose de reforço. Previne a poliomielite (paralisia infantil). A vacina dada gratuitamente nos postos de saúde é a oral (VOP, ou Sabin), a da gotinha. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda a versão da pólio inativada (VIP ou IPV, conhecida como Salk), que é aplicada na rede particular em combinação com a DPaT (tetravalente).
Modo de aplicação: A vacina Sabin oral, em forma de gotinhas. Já a Salk precisa de picada no músculo da lateral da coxa.
Tríplice viral (SRC, ou MMR): Reforço. Protege contra rubéola, sarampo e caxumba. Faz parte do calendário do Ministério da Saúde, portanto é aplicada gratuitamente nas unidades básicas de saúde. Também disponível na rede particular.
Modo de aplicação: Picada subcutânea (agulha curtinha) preferencialmente no braço.
Catapora (Varicela): Dose de reforço. Esta dose é recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria. O reforço pode ser dado também até cinco dias depois do contato com alguém doente de catapora, evitando a infecção. Não faz parte do Programa Nacional de Imunizações, portanto não é fornecida gratuitamente pelo SUS. Uma observação: deve ser dada no mesmo dia que a tríplice viral, ou então com 28 dias de intervalo, porque uma pode interferir na resposta da outra.
Modo de aplicação: Picada subcutânea (com agulha curtinha) preferencialmente no braço.
Febre amarela
Febre amarela: Dose de reforço da vacina contra o vírus da febre amarela para crianças residentes em áreas consideradas de risco (zonas rurais da região Norte, Centro-Oeste, Estado do Maranhão, partes de Piauí, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) ou de transição. Dada gratuitamente nos postos de saúde.
Modo de aplicação: Picada subcutânea (com agulha curtinha) no braço, bumbum ou perna.
Cronograma de vacinação recomendado para Valentina:
março/2011 - Ao nascer
Públicas: BCG / Hepatite B
Modo de aplicação: Picada no braço direito (aplicação intradérmica). A ferida que se forma é normal e esperada. Vai formar uma cicatriz. Qualquer lesão mais significativa deve ser avaliada pelo pediatra.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
abril/2011 - 1 mês
Pública: Hepatite B
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
maio/2011 - 2 meses
Públicas: DTP + Hib / Pólio oral / Rotavírus / Pneumocócica conjugada
Opção particular: DPaT + Hib + Pólio inativada ou / DPaT + Hib + Pólio inativada + Hepatite B / Rotavírus / Pneumocócica conjugada
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
Modo de aplicação: A vacina oral (Sabin) é em forma de gotinha. Já a Salk é dada com picada no músculo da lateral da coxa, dentro da formulação 5-valente ou 6-valente.
Modo de aplicação: gotinhas.
Modo de aplicação: picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
junho/2011 - 3 meses
Pública a partir de 08/2010: Meningococo C conjugada
Modo de aplicação: Picada no músculo da lateral da coxa (intramuscular).
julho/2011 - 4 meses
Públicas: DTP + Hib / Pólio oral / Rotavírus / Pneumocócica conjugada
Opção particular: DPaT + Hib + Pólio inativada / Rotavírus / Pneumocócica conjugada
Segunda dose das vacinas aplicadas aos 2 meses. Se o bebê teve reação ou ficou incomodado com a primeira dose, não necessariamente o problema se repetirá, mas é possível que aconteça. Siga as orientações do pediatra.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
Modo de aplicação: A Sabin é oral, em forma de gotinhas. Já a Salk é aplicada junto com a pentavalente, numa picada só, no músculo da lateral da coxa (intramuscular).
Modo de aplicação: gotinha.
Modo de aplicação: picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
agosto/2011 - 5 meses
Pública a partir de 08/2010: Meningococo C conjugada
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa.
setembro/2011 - 6 meses
Públicas: DTP + Hib / Pólio oral / Hepatite B / Pneumocócica conjugada / Gripe
Opção particular: DPaT + Hib + Pólio + Hepatite B / Rotavírus / Pneumocócica conjugada / Gripe
Terceira dose das vacinas aplicadas aos 2 e 4 meses, mais a terceira dose da hepatite B. Se, com alguma dose anterior, o bebê teve reação ou ficou incomodado, não necessariamente isso acontecerá de novo, mas pode ocorrer. Siga as orientações do pediatra.
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
Modo de aplicação: A Sabin é em forma de gotinhas. Já a Salk é aplicada junto com a pentavalente ou hexavalente, no músculo da lateral da coxa (intramuscular).
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa.
Modo de aplicação: gotinhas.
Modo de aplicação: picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
A vacina da gripe Deve ser aplicada de preferência durante o outono. Na primeira vez que a criança toma a vacina da gripe, são necessárias duas doses, com intervalo de um mês.
dezembro/2011 - 9 meses
Febre amarela
Modo de aplicação: Picada subcutânea (com agulha curtinha) normalmente no braço, mas pode ser no bumbum ou na lateral da coxa.
março/2012 - 1 ano
Públicas: Meningocócica / Tríplice viral
Complemento particular: Hepatite A / Catapora
Modo de aplicação: Picada no músculo da lateral da coxa (intramuscular).
Modo de aplicação: Picada subcutânea (agulha curtinha) preferencialmente no braço.
Modo de aplicação: Picada no músculo da lateral da coxa (intramuscular).
Modo de aplicação: Picada subcutânea (com agulha curtinha) normalmente no braço.
Obs: Como são quatro picadas com 1 ano, o pediatra pode preferir fazer duas das vacinas com 1 ano e duas um mês depois, quando a criança tem 13 meses (1 ano e 1 mês).
junho/2012 - 1 ano e 3 meses
Públicas: DTP / Pólio (gotinha) / Pneumocócica conjugada
Opção particular: DPaT + Hib + Pólio / Pneumocócica conjugada
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa (intramuscular).
Modo de aplicação: A Sabin é oral, em forma de gotinhas. Já a Salk é dada junto com outras vacinas na formulação pentavalente, aplicada na parte lateral da coxa (intramuscular).
Modo de aplicação: Picada no músculo lateral da coxa ou do bumbum (intramuscular).
Modo de aplicação: picada no músculo lateral da perna, ou às vezes no bumbum.
setembro/2012 - 1 ano e 6 meses
Particular: Hepatite A
Modo de aplicação: picada no músculo da lateral da coxa (intramuscular).
março/2015 - 4 a 6 anos
Públicas: DTP / Pólio oral / Tríplice viral
Opção particular: DPaT + Pólio inativada / Tríplice viral / Catapora
Modo de aplicação: Picada intramuscular, que pode ser no braço, glúteo (bumbum) ou parte lateral da coxa.
Modo de aplicação: A vacina Sabin oral, em forma de gotinhas. Já a Salk precisa de picada no músculo da lateral da coxa.
Modo de aplicação: Picada subcutânea (agulha curtinha) preferencialmente no braço.
Modo de aplicação: Picada subcutânea (com agulha curtinha) preferencialmente no braço.
março/2021 - 10 anos
Febre amarela
Modo de aplicação: Picada subcutânea (com agulha curtinha) no braço, bumbum ou perna.
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